RESERVAS DAS 9h ás 11h45min

Quentinhas diárias e saudáveis.
Atendemos nas quadras da Asa Norte:714/15/16, 514/15 e 315
R$ 8,00

11 de mar de 2011

Crianças aprendem na escola os segredos da alimentação saudável

Chegar ao peso ideal depende do consumo de frutas, verduras, legumes e saber escolher alimentos saudáveis. A cada 15 dias, crianças de escola de Curitiba vão para o mercado municipal onde têm aulas de culinária.

Dulcinéia Novaes
A turminha é agitada, barulhenta, bem disposta. É só dar uma chance que a criançada logo corre para exercitar os músculos e queimar calorias. A hora do recreio é uma festa, pena que dure tão pouco.
“Nossas crianças não brincam mais. Elas não gastam a energia que elas precisam. Por outro lado, estão comendo calorias a mais”, critica a nutricionista Sílvia Rocha, da Secretaria de Educação de Curitiba.
Há 15 anos, a preocupação nas escolas municipais de Curitiba era com a desnutrição. Hoje, é com o sobrepeso. Duas a cada seis crianças da rede municipal de ensino estão mais fofinhas do que deveriam.
Em uma escola, na zona sul da cidade, os professores arregaçaram as mangas. Os alunos que já passaram um pouquinho das medidas merecem cuidados especiais. As atividades físicas foram dobradas. Em vez de duas, quatro vezes por semana. Tudo, em ritmo de brincadeira.
Victória Lis Félix Silvério, de 8 anos, começou a participar das atividades há seis meses. Estava pesadinha, beirando os 40 kg. Hoje, ela está três quilos mais magra. Giovana está no mesmo caminho. Já perdeu dois quilos, assim como Antonio, Mateus e André. Todos perderam peso e ganharam mais fôlego.
Os cuidados com a alimentação também cresceram nas escolas da rede municipal. Na hora da merenda, tudo é balanceado para que as crianças não fiquem com excesso de peso. É demorado, é a longo prazo, mas a gente tem bastante confiança que é por aí o caminho”, afirma a nutricionista Sílvia Rocha, da Secretaria de Educação de Curitiba.
Chegar ao peso ideal depende do consumo de frutas, verduras, legumes e saber escolher também outros alimentos saudáveis. Por isso, a cada 15 dias, as crianças deixam os cadernos de lado e vão para o mercado municipal. No local, a visita é orientada por nutricionistas e inclui também aulas de culinária.
Por algumas horas, eles se transformam em pequenos "gourmets".
Tem suco limão, suco de cenoura com limão e docinho de cenoura com coco.
Globo Repórter: O que você aprende nessas aulas de alimentação saudável?
Antonio Pereira, de 9 anos: Que as frutas são boas e ajudam a emagrecer.
Globo Repórter: E você conseguiu emagrecer? Quanto?
Antonio Pereira, de 9 anos: Três quilos.
Eles aprendem também que quanto mais natural a alimentação, melhor para a saúde.
Vitoria Felix Silveiro, de 8 anos, está entre os alunos mais aplicados. “A alimentação saudável é uva, morango, manga, melancia”, diz a menina.
Mas o que fazer quando, se encontra guloseimas em casa? A dona de casa Isis Felix Silveiro, a mãe de Vitória, faz doces para vender. A especialidade é o alfajor, um bolinho recheado com doce de leite e coberto com chocolate.
Desde que a Vitória passou a integrar o projeto de alimentação saudável, as delícias que mãe dela faz foram excluídas do consumo diário. Isis conta como fez para que a filha conseguisse resistir: “tem que controlar”. “Às vezes, minha mãe está fazendo uma coisa eu quase que babo na mesa”, diz a menina.
Mas Vitória tem resistido bravamente. Na hora das refeições, ela tem na ponta da língua as respostas que muitas mães não ouvem nem nos sonhos. Ísis coloca no prato da filha vagem, pepino e cenoura. A família seguiu os passos: mais saladas, comida com pouquíssimo óleo e carnes grelhadas.
“Antes, era arroz, não tinha salada. Era difícil colocar uma salada mesmo na mesa. Às vezes, tinha, mas só alface, o feijão, a carne e acabou”, revela Isis.
Vitória trouxe para a família um novo ritmo de vida. E a mãe aprendeu a lição. “Eu preciso também, porque eu também estou acima do peso. Então, para mim, está sendo ótimo. A gente tem se sentido mais leve até. E a consciência, também”, destaca.

10 de mar de 2011

Editais para implantação ou modernização de Bancos de Alimentos, Cozinhas Comunitárias e Restaurantes Populares

MDS lança editais para ampliar restaurantes, cozinhas e bancos de alimentos

02/03/2011 - 15:17

Ana Nascimento/MDS
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Ministra Márcia Lopes, o presidente do Consea, Renato Maluf, e a coordenadora do conselho, Carmen Priscila
Brasília, 2 – Para fortalecer o enfrentamento à extrema pobreza e promover a segurança alimentar e nutricional e a inclusão produtiva das famílias do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) publicou, nesta terça-feira (1º), os editais para ampliar o número de Bancos de Alimentos, Cozinhas Comunitárias e Restaurantes Populares em todo o País. Essas unidades fazem parte da rede de equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional.

Serão investidos R$ 11 milhões em Restaurantes Populares, R$ 4,5 milhões nos Bancos de Alimentos e R$ 14,6 milhões nas Cozinhas Comunitárias. O financiamento se destinará à construção do prédio, aquisição de equipamentos, móveis e utensílios, com objetivo de incentivar, além do fornecimento de refeições saudáveis, atividades de formação e qualificação profissional na área de alimentação, nutrição e gastronomia junto aos beneficiários do Cadastro Único. A manutenção e a gestão desses equipamentos serão de responsabilidade das prefeituras ou governos estaduais.

Neste ano, o edital de Cozinhas Comunitárias se direciona aos municípios selecionados para os projetos Praças do PAC e Creches ProInfância, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Já o Banco de Alimentos vai priorizar municípios operadores do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e os que operem o mínimo de 30% dos recursos do FNDE para aquisição de gêneros alimentícios oriundos da agricultura familiar, em cumprimento à Lei nº 11.497/2009, do Pnae. A iniciativa busca fortalecer a articulação e integração entre os programas e equipamentos públicos no âmbito local. Os Restaurantes Populares se destinarão a municípios acima de 100 mil habitantes.

As propostas devem ser enviadas por meio do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv), do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, até 13 de abril. O resultado será divulgado no dia 23 de maio. Todas as informações estão detalhadas no edital, disponível na página do MDS na internet.

Os critérios de pontuação para a seleção das propostas apresentadas vão priorizar a implantação dos equipamentos em áreas com maior concentração de população em situação de pobreza e extrema pobreza, e ainda o incentivo ao desenvolvimento de atividades de formação e qualificação profissional na área de alimentação, nutrição e gastronomia junto às famílias inscritas no Cadastro Único – base de dados usada para seleção dos beneficiários para os programas sociais do Governo Federal.

Programa – Os Restaurantes Populares e Cozinhas Comunitárias, equipamentos públicos de alimentação e nutrição, integram a Rede Operacional do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan). Visam ampliar a oferta de refeições adequadas a preços acessíveis à população de baixa renda. As instalações apoiadas têm capacidade mínima de produção de mil refeições diárias, nos restaurantes, e de 200, nas cozinhas.

Os Bancos de Alimentos são unidades de abastecimento e combate ao desperdício. Auxiliam na distribuição dos gêneros alimentícios do PAA, além de se caracterizarem como importante espaço de articulação com o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Atuam ainda na doação às entidades socioassistenciais, pertencentes ao Sistema Único de Assistência Social (Suas).

Com apoio do MDS, já foram criados, em todo o País, 67 Bancos de Alimentos, 406 Cozinhas Comunitárias e 89 Restaurantes Populares.


Recursos
: R$ 30 milhões
Prazo de inscrição: até 13/04/11
Divulgação do resultado: 23/05/2011

Dimas Ximenes
(61) 3433-1052
Ascom/MDS
www.mds.gov.br/saladeimprensa

PROJETO PANELA DE XPRESSÃO

MANIFESTO

FÓRUM NACIONAL DE REFORMA URBANA
                           

O FNRU defende as cidades para as bicicletas
A frota brasileira de bicicletas se apresenta como a quinta no mundo, apenas atrás da China, Índia, EUA e Alemanha. No entanto, se observamos as cidades brasileiras veremos que estamos longe de conceder a prioridade devida aos ciclistas que têm a bicicleta como seu modo preferencial para seus deslocamentos.

A maior prova de que esse direito não é respeitado aconteceu  sexta-feira, dia 25 com os ciclistas do movimento Massa Crítica em Porto Alegre - RS. Um carro com dois homens dentro não gostou de ter o trânsito atrapalhado por aquilo que eles provavelmente não consideram um meio de transporte. O motorista usou o carro como arma. Alguns ciclistas foram diretamente atingidos, outros se machucaram pela reação em cadeia: uma bicicleta foi derrubando outra. No fim, 15 pessoas foram parar no Hospital de Pronto Socorro. Os homens fugiram logo depois do ocorrido. As imagens chocam bastante.

Alguns meios de comunicação chamaram a tentativa de homicídio de “acidente”. Não há argumento que convença do uso do termo. Não existe lógica que leve a ele. Não há qualquer questionamento possível de que possa ter acontecido de forma ocasional. É muito importante frisar que o atropelamento foi intencional. O motorista decidiu deliberadamente acelerar e passar por cima dos ciclistas, pois muita gente acha que a bicicleta está atrapalhando o trânsito e não que ela tem direito à cidade.

O FNRU é contra a violência
Violência é, por definição, um comportamento humano que visa ou que pode causar dano à outra pessoa, a qualquer ser vivo ou objeto. É o ato atentatório contra a autonomia, a integridade física ou psicológica e mesmo contra a vida de outro. É um fenômeno que permeia todo o tecido social e assume diferentes formas. É geral e pode ocorrer do nosso lado. Ela pode ser percebida nos bairros nobres das cidades e nas periferias. Violência que tem um efeito destruidor sobre as pessoas e sobre as regras de convívio na cidade. A falta de espaço para outras formas de se movimentar que não seja o automóvel provoca um trânsito violento e interfere no tecido social, prejudica a qualidade das relações sociais e contribui para o quadro da perda da qualidade de vida. Cerca de 80% da população anda ou viaja de transporte público ou bicicleta e só 20% de automóvel particular. Porém, esses 20% ocupam 70% do espaço das cidades. A emissão de gases pelo automóvel o torna o grande vilão ambiental e exige a transformação dos nossos hábitos, além de se ter a privatização do espaço público e ser socialmente injusto.

Enfim, decretada a prisão de atropelador de ciclistas

Centenas de ciclistas protestaram nas ruas de Porto Alegre contra o atropelamento coletivo e o advogado do motorista, o bancário Ricardo Neis, 47 anos, confirmou a internação de seu cliente em uma clínica psiquiátrica ontem. À noite, de acordo com o promotor Eugênio Amorim, a Justiça decretou a prisão de Neis. E o delegado Gilberto Montenegro anunciou que vai indiciar o motorista por tentativa de homicídio duplamente qualificado (por motivo fútil e uso meio que impediu a defesa das vítimas). Ele teria agido com a intenção de matar ao avançar com seu carro sobre um grupo de ciclistas que participava do passeio no bairro Cidade Baixa.

Sexta feira passada 2 mil pessoas se reuniram no Largo Zumbi dos Palmares em Porto Alegre. Às 19h, eles partiram pela Rua José do Patrocínio, para refazer o trajeto da fatídica bicicletada. Logo na saída da manifestação, o grupo começou a ganhar a adesão de simpatizantes – outros ciclistas e moradores do bairro. Quando os manifestantes chegaram à esquina com a Rua Luiz Afonso, ponto onde ocorreu o atropelamento coletivo, o protesto atingiu um caráter simbólico. Centenas deles largaram as bicicletas e deitaram sobre o asfalto, representando os feridos no episódio.

Precisamos remover mitos e preconceitos
Estima-se que no Brasil mais de 20 milhões de pessoas façam uso da bicicleta pelo menos duas vezes por semana para se deslocar ao trabalho. Este número representa apenas um terço da frota declarada pela Abraciclo. Já para a frota de veículos, estima-se que circulem 28 milhões diariamente com uma ocupação de 1,3 passageiros por veículo. Temos, portanto,
Cerca de 30 milhões de viajantes nos automóveis confrontados com 20 milhões de ciclistas. Vejam só o espaço que os automóveis ocupam nas cidades e o espaço dos ciclistas, ainda sem contar que a bicicleta não polui e ajuda a manter nossa saúde.

Então, o grande problema é que a infraestrutura destinada aos ciclistas não estimula nem mesmo os ciclistas tradicionais a fazerem uso da bicicleta com maior intensidade, quanto mais atrair usuários de outros modos de transporte. Por isto, para que ocorra uma mudança significativa na mobilidade por bicicleta no país seria necessário traçar metas ousadas para os próximos anos. Precisamos contribuir para recuperar a qualidade de vida no planeta.

O FNRU defende as viagens de bicicleta e respeita a bicicleta como mais um dos modos ambientalmente corretos para uso no trânsito das cidades.  Defendemos o uso da bicicleta  como meio do transporte e o incentivo do transporte público coletivo. Queremos retomar  o espaço  público  para a mobilidade segura do pedestre que não consegue mais  circular  em boa parte das nossas cidades por falta de vias para o pedestre.

O FNRU defende que não necessitamos de 1 tonelada (peso de um automóvel) para transportar 70 kg (peso de uma pessoa).  A preocupação com a sustentabilidade do planeta deve fazer com que o uso da bike cresça. A chegada da internet  também faz com que  o movimento de ciclistas cresça e de agilidade à organização de pedaladas e manifestações.

Neste sentido o Fórum Nacional de Reforma Urbana declara sua solidariedade ao movimento Massa Crítica e defende que a bicicleta contribui para conter o aquecimento global na mesma proporção dos vários programas de plantio de árvores.

Defende o desafio das cidades com espaços destinados a utilização da bicicleta, para que em um futuro não muito distante, a  utilização da magrela não venha a acarretar tantos acidentes e insegurança como acontece hoje com as motocicletas. 

Defende ser fundamental discutir e reivindicar às autoridades atuais de cada região a necessidade de infraestrutura para se pedalar com segurança.

Enfim, somos solidários com o movimento de ciclistas e declaramos  que a sensação de triunfo pessoal de cada cicloativista deve ser valorizada por saber que cada um deles sabe estar fazendo parte de um movimento global de luta pela sustentabilidade urbana, pela redução de poluentes, por cidades mais humanas.

Coordenação Nacional:
UNMP - União Nacional por Moradia Popular,
MNLM - Movimento Nacional de Luta pela Moradia, CMP - Central de Movimentos Populares,
CONAM – Confederação Nacional de Associações de Moradores,
FASE - Federação dos Órgãos para Assistência Social e Educacional
FENAE - Federação Nacional das Associações de Empregados da Caixa Econômica,
FISENGE – Federação Interestadual dos Sindicatos de Engenheiros,
FNA - Federação Nacional de Arquitetos,
 Instituto Polis – Instituto de Estudos, Formação e Assessoria em Políticas Sociais,
IBAM – Instituto Brasileiro de Administração Municipal,
IBASE – Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas,
ANTP – Associação Nacional de Transportes Públicos,
COHRE Américas – Centro pelo Direito à Moradia contra Despejos,
AGB – Associação dos Geógrafos Brasileiros, FENEA –
Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo do Brasil,
CAAP – Centro de Assessoria à Autogestão Popular,
ABEA – Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo,
Fundação Bento Rubião –
Centro de Defesa dos Direitos Humanos,
Observatório das Metrópoles IPPUR/UFRJ/FASE,
Terra de Direitos
ActionAid do Brasil;
Conselho Federal de Assistência Social;
Habitat para Humanidade Brasil,
Fórum Nordeste de Reforma Urbana;
GT Urbano do FAOR – Fórum da Amazônia Oriental;
Fórum da Amazônia Ocidental
 Fórum Sul de Reforma Urbana.

A EMPRESA

MANIDRAIZ-  Quentinhas com receitas tradicionais, com preço justo.
  
Atendemos das 11h ás 14h, para melhor atende-los faça sua reserva até 30 minutos antes.
Todos os dias a empresa oferece cardápio diferenciado, mas que segue a tradição da cozinha brasileira, de mãe para filha. 
A empresa serve no máximo 20 refeições diárias, por entender que a exclusividade de sua clientela deve se preservada na dedicação, no prazer e na criatividade onde o produto final lhe trará satisfação e saúde. 

A empresa tem como princípio o preço justo e a qualidade dos alimentos.

Quentinhas unidade:R$ 8,00
Acima de 6 quentinhas: R$ 7,00

Você pode pedir pelo email: manidraiz@gmail.com ou pelos fones: 61 30456813 ou 81806813 



SCLRN 715 BLOCO A ENTRADA 24
Em breve estaremos aceitando cartão de crédito Visa e Mastercard

Como se alimentar de forma saudável durante a crise financeira

É possível seguir algumas directrizes e continuar a comprar alimentos saudáveis, ao invés de passar, devido à crise, para uma dieta de batatas fritas, queijo e massas, ou hambúrguer e cachorro quente.
Faça o seu próprio café em casa, compre fruta e legumes da estação, e ocasionalmente, substitua a carne por fontes de proteínas alternativas, como ovos e feijão, e, mesmo que pareça uma solução fácil, barata e muito tentadora, mantenha-se afastado das cadeias de Fast-Food. A fotografia bonita não compensa a falta de nutrição.
“Os tempos de crise financeira, como a que atravessamos de momento devido ao preço do petróleo, não significa que tenhamos de nos alimentar de forma pouco saudável”, diz Aleitor Mendes, um conhecido nutricionista de São Paulo, Brasil. “Ao planear com tempo, comprar nas feiras e mercados e aproveitar os produtos de marca própria dos hipermercados podemos poupar muito dinheiro e ao mesmo tempo fornecer alimentos ricos e saudáveis para toda a família.”
Fonte:http://www.alimentacaosaudavel.org/Artigo-alimentacao-economica.html

27 de jan de 2011

 
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